Rótulos, estereótipos, roupagem, camuflagens... Nós os criamos e sofremos as conseqüências. Vivemos atribulados na correria diária, e deixamos de nos possibilitar conhecer e conviver com pessoas que nos circundam.Estou falando do pré-conceito que formamos ao lançarmos nossos olhares sobre alguém. Não somos de todo culpados, mas também não nos inocento.
De acordo com o que atribuímos como certo ou errado, ao longo de nossa formação desprendemos opniões e críticas, sustentando uma tese que nem sempre é verdadeira. Fato este, que ocorre de forma rotineira e por muitas vezes involuntária.
De acordo com o que atribuímos como certo ou errado, ao longo de nossa formação desprendemos opniões e críticas, sustentando uma tese que nem sempre é verdadeira. Fato este, que ocorre de forma rotineira e por muitas vezes involuntária.
É a mente pondo em prática o que ouviu e leu durante anos. Daí surgem as dificuldades de relacionamentos.
Quando não permitimos que o outro se expresse de forma mais singular e individual, nos impedimos de quebrar barreiras que construímos a primeira vista, e por muitas vezes perdemos a oportunidade de conhecer pessoas maravilhosas.
“Nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que balança caí”, pois então, nem tudo que aparenta ser, é. Por vezes escolhemos nossos parceiros pela beleza física, - claro nos atraímos pela aparência e isso é normal, porém só depois de vários encontros e muitas conversas conseguimos definir se ele é realmente compatível com os nossos interesses e se a beleza condiz com o seu conhecimento tanto de vida como intelectual. O mesmo caso ocorre com o inverso, o exterior feio, mas deslumbrantemente belo e interessante por dentro.
O pré-conceito existe, e jamais será banido da sociedade, por mais politicamente correto que o cidadão se torne, o que devemos atribuir ao nosso cotidiano é oportunidade do próximo poder se mostrar a fundo, poder revelar o que realmente é. Não afirmo ser uma tarefa fácil, “dar o braço a torcer” é para poucos e bons, mas não há nada neste mundo que seja impossível de se tentar.
"Resisti às primeiras aparências e nunca vos apresseis em julgar; levai em conta que há coisas verossímeis que não são verdadeiras e que há coisas verdadeiras que não são verossímeis." Anna Lambert
O pré-conceito existe, e jamais será banido da sociedade, por mais politicamente correto que o cidadão se torne, o que devemos atribuir ao nosso cotidiano é oportunidade do próximo poder se mostrar a fundo, poder revelar o que realmente é. Não afirmo ser uma tarefa fácil, “dar o braço a torcer” é para poucos e bons, mas não há nada neste mundo que seja impossível de se tentar.
"Resisti às primeiras aparências e nunca vos apresseis em julgar; levai em conta que há coisas verossímeis que não são verdadeiras e que há coisas verdadeiras que não são verossímeis." Anna Lambert




