Lá estava, entregue a poeira.
Me encomodava vê-lo triste em plena inutilidade
Revoltei-me!
Eis meu coração Mais um esquecido caneco furado!
Essa é uma pequena poesia que escrevi assistindo a uma aula de literatura Matogrossense em 2005, na qual se referia ao nosso querido Manoel de Barros e sua delicadeza ao falar de coisas simples. Foi quando surgiu do professor o comentário, que se Barros olhasse um caneco furado ele escreveria uma linda poesia sobre o tal. E o caneco não saiu da minha mente durante toda aula. Foi então que rabisquei o versinho.


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